Eleições 2026 — planos, currículo e dados
Eleição presidencial 2026 · mandato 2027-2030

Oito candidaturas,
lidas com o mesmo critério

O que cada plano promete, com o trecho e a página de onde saiu. Quem é cada candidato, com patrimônio e processos em registro oficial. E os dados públicos que dão o contexto. Sem análise, sem ranking, sem pedir voto.

Toda citação daqui foi conferida no PDF

O texto dos oito planos foi tirado dos PDFs registrados e guardado página a página. Cada citação diz o trecho e a página; um programa confere se o trecho está mesmo lá e descarta a citação se não bater. Por isso “confira na fonte” aqui não é força de expressão: se a frase não estivesse no documento, não estaria nesta página.

O que a conferência não garante: que o trecho escolhido seja o mais importante da seção, nem que o tema onde ele foi encaixado seja o certo. Isso é julgamento de quem leu, e está explicado em Método.

Panorama

Quantas citações cada plano rendeu em cada tema. Quanto mais escura a célula, mais citações; o número está sempre escrito, então a cor é só ajuda visual. Passe o cursor para ver o detalhe.

menos citaçõesmais citações Célula vazia: nenhuma citação desse plano nesse tema.

Mais citações não significa plano melhor. A contagem mostra como o documento foi escrito e organizado, não o quanto a candidatura se importa com o assunto. Um tema pode estar dentro de outro capítulo e não render citação própria.

Grau de especificidade

Quantas citações de cada plano em cada nível, de 1 a 5. Mede o texto, não o mérito: quanto a frase diz sobre o que exatamente será feito.

O que os documentos costumam declarar

Média de cada dimensão nas citações com nota, somando os oito planos. Não compara candidatos: mostra em que esse tipo de documento costuma ser detalhado e em que costuma ser vago.

Como ler — e como conferir

Os quatro avisos que mudam a leitura

O grau de especificidade mede o texto, não o mérito. Uma proposta nível 5 pode ser ruim; uma nível 1 pode ser excelente.

Ausência de informação não é informação negativa. Se um tema não aparece, isso diz algo sobre o texto, não sobre o que a candidatura pensa.

Proposta e diretriz são coisas diferentes. Só pelo que está escrito, dá para dizer no fim do mandato se foi cumprido ou não? Se dá, é proposta. Se não dá, é diretriz. Nenhuma é melhor que a outra.

Os documentos não são comparáveis em extensão — vão de 7 a 200 páginas. Por isso não existe aqui nota geral nem ranking por candidatura.

Ordem e cor

Os candidatos aparecem em ordem alfabética de primeiro nome. As cores vêm de uma escala de tons definida antes, pela ordem de sobrenome: não têm nada a ver com cores de partido e não querem dizer nada.

Nenhum gráfico usa a cor como única forma de dizer quem é quem: o nome está escrito em toda citação, linha e coluna. Por isso você pode trocar a ordem e as cores à vontade, sem perder nada. A mudança fica só neste navegador e não muda o que outra pessoa vê.

Relatório

As citações, macrotema por macrotema

Cada cartão é uma citação: o trecho, a página, o tipo e o grau de especificidade. Em “Dimensões” estão as onze notas de forma do texto. Elas nunca viram média, porque a média esconderia justamente o que interessa.

Fontes

Os documentos

De onde veio cada plano e como ele está escrito. Tudo neste relatório sai destes oito arquivos.

Os oito PDFs são os arquivos registrados, sem nenhuma alteração. Baixe na coluna da direita e confira qualquer citação na página indicada. “Citações” conta o que cada plano rendeu nos 20 macrotemas, não no plano inteiro.

Perfil de cada documento

Este bloco fala de documentos, não de candidaturas. Ele responde a uma pergunta só: como cada plano foi escrito. Não diz qual é melhor nem quem governaria melhor. Nenhum número aqui serve para isso.

O que estes números não dizem

“Transcrição” e “paráfrase” medem a extração, não o documento. Um plano com muitas paráfrases não é mais vago: quer dizer que, naquele trecho, quem extraiu resumiu em vez de copiar. É uma limitação deste estudo, não uma característica do texto original.

A proporção entre propostas e diretrizes reflete o gênero do texto. Documentos que enunciam direções e documentos que enumeram medidas produzem mais diretrizes e mais propostas, respectivamente. Nenhuma das duas formas é melhor.

Cobertura de macrotemas não é cobertura de temas. Os 20 macrotemas da grade estão extraídos, mas macrotema é recorte largo. Um documento que não aparece em um deles pode tratar do assunto dentro de outro capítulo, e um tema que interessa ao leitor pode estar diluído em vários macrotemas sem render citação própria em nenhum.

Links úteis

Todos os endereços que o site consulta, num lugar só. A fonte de cada citação, série e fato também aparece ao lado do próprio item; esta lista é só o atalho.

Método

Como isto foi feito — e o que não garante

Quem compara planos de candidatos e diz que é imparcial precisa provar, não só repetir. Esta página separa o que dá para conferir do que depende de julgamento, que é onde o estudo pode errar.

O que é uma citação

A unidade básica do estudo: um trecho de um plano de governo, com a página em que está, mais a classificação desse trecho. Cada proposta identificada nos documentos vira uma citação.

Toda citação declara, em campos separados: o trecho (transcrição literal, conferida por script), a localização (página e capítulo), a classificação em proposta ou diretriz, o grau de especificidade de 1 a 5 com justificativa, e onze dimensões de forma do texto, cada uma com nota de 1 a 5.

As onze dimensões nunca são somadas. Uma citação com meta numérica clara e nenhuma fonte de financiamento tiraria média razoável — e a média esconderia exatamente o que o leitor precisa ver.

O que esta versão garante

A citação é conferida por script. O texto dos oito PDFs foi extraído página a página. Cada trecho é comparado caractere a caractere com o texto da página que a citação declara. Citação que não bate é descartada antes de chegar aqui — não há transcrição aproximada, não há resumo apresentado como citação.

Cada citação diz de onde veio. Página e capítulo estão em toda citação que não é ausência declarada.

Nenhum índice agregado. Não há nota por candidatura, não há ranking, não há recomendação de voto. As contagens são sempre por macrotema.

Nenhuma análise publicada. O campo de análise produzido durante a extração existe, mas não está nesta página — ele contém juízo de quem extraiu, e não passaria no critério acima.

O que esta versão não garante

Esta lista não é formalidade. É onde o estudo pode estar errado, dito antes que alguém descubra.

Controle de viés — o teste que este estudo aplica em si mesmo

Se a mesma régua foi usada nos oito planos, as notas médias de forma devem ficar parecidas entre eles, porque medem como o texto foi escrito, e os oito são o mesmo tipo de documento. Uma diferença grande em qualquer coluna seria sinal de que a régua mudou conforme o nome.

Como ler. A última linha traz a amplitude: a diferença entre o maior e o menor valor de cada coluna. Amplitude pequena indica que a régua não mudou de candidato para candidato. Isso não diz que os planos são parecidos, nem que são bons: diz que foram lidos do mesmo jeito. O tamanho médio da citação está aí pelo mesmo motivo — citar um candidato com trechos sistematicamente mais curtos seria uma forma silenciosa de enfraquecê-lo.

O que este teste não pega: se a escolha de qual trecho citar foi enviesada, as médias continuam simétricas. Ele detecta régua torta, não seleção torta.

Como conferir, e como corrigir

Ao citar, cite a citação e a página do documento original — não este site. Este site é um índice, não é o plano de governo.

Para conferir uma citação: abra o plano de governo original na página que a citação indica e leia o trecho. Se a citação estiver marcada como paráfrase, o texto do cartão não é o texto do documento — é um resumo, e o que vale é o que estiver lá.

Os oito PDFs originais e os arquivos de extração estão no repositório público deste site, para quem quiser refazer a conferência do começo.

Fora do relatório dos planos

Infográficos

Séries oficiais de 1998 até hoje, separadas por governo. Esta parte não sai dos planos: vem de órgãos públicos de estatística, e tem regras próprias de leitura.

Como ler estes gráficos

A faixa de governo é recorte de tempo, não atribuição de causa. Os retratos e as faixas dizem quem ocupava a Presidência quando aquele número foi medido. Dizer que a variação de um indicador é resultado da ação de um governante é disputa entre economistas, e não é o que um gráfico de série temporal demonstra.

Toda série tem órgão, código e critério declarados. Abaixo de cada gráfico está de onde o número veio, o que exatamente a série mede e o endereço para conferir.

Dado de 2026 é parcial. O ano não terminou. Onde o ponto é parcial ou projeção, a linha aparece tracejada e o ponto vazado — nunca somado ao histórico como se fosse fechamento.

Quebras de metodologia estão marcadas. Quando a forma de medir mudou no meio da série, isso é dito, e os trechos não são comparados como se fossem a mesma régua.

Os marcos são contexto, não explicação. As linhas verticais marcam acontecimentos de grande alcance. Elas ajudam a situar o que estava acontecendo no país e no mundo — não afirmam que o evento causou o movimento do indicador.

Fora do relatório dos planos

Currículo

Quem é cada candidato: nascimento, formação, carreira, partidos, cargos e os números oficiais dos governos que ocupou. Esta aba não sai dos planos: vem de fontes externas, e por isso fica separada e com regras próprias.

Como esta aba foi montada — e o que ela não é

O agrupamento é escolha editorial, não fato. Reunir um candidato com antecessores ou sucessores do mesmo grupo político é um recorte — e recortes são discutíveis. Cada bloco declara, na primeira linha, quem foi incluído e por quê. Ninguém aqui responde pelo mandato de outra pessoa: os períodos estão separados e datados.

Indicador do período não é resultado de governo. As séries aparecem com o período, a unidade e o órgão que as publica. Atribuir a variação de um indicador à ação de um governante é disputa de economistas, não dado — e esta página não faz essa atribuição.

Estado e país não se comparam. Governadores respondem por séries estaduais; presidentes, por federais. Números de Goiás, de Minas Gerais e do Brasil não se somam nem se confrontam. Cada indicador estadual carrega essa ressalva escrita.

A quantidade de dados é desigual — e isso não é mérito nem demérito. Quem governou o país por vinte dos últimos vinte e cinco anos tem mais série pública que quem governou um estado por sete, e quem nunca ocupou cargo executivo não tem série nenhuma. Mais linhas aqui significa mais tempo de exercício registrado, nada além disso.

Os processos judiciais entram, e com regra própria. Cada candidatura tem uma seção de processos, e dentro dela cada item traz o que de fato foi decidido — arquivar, anular, absolver ou condenar são coisas diferentes, e a diferença está escrita em destaque. Ninguém ali é culpado de nada enquanto não houver trânsito em julgado. O tamanho da lista não mede conduta: mede tempo de vida pública, cargo ocupado e foro, porque quem tem processo em tribunal superior aparece e quem responde numa vara comum não. Processos do partido vêm separados dos da pessoa, de propósito.

Procedência de cada item. Todo fato traz fonte com link e uma etiqueta de origem. Dos itens desta aba, vêm de fonte oficial (IBGE, Banco Central, Tesouro, INPE, TSE, Senado, Câmara, governos estaduais) e o restante de imprensa, usada só onde não havia registro oficial equivalente.

Ferramenta do leitor

Montar o recorte

Escolha até cinco temas e ponha na ordem que importa para você. A página calcula o quanto cada plano detalha exatamente esses temas.

Leia isto antes de olhar o número

O índice mede o texto, não o governo. Ele responde a uma pergunta só: nos temas escolhidos, quanto o plano diz de meta, custo, de onde vem o dinheiro, prazo e indicador. Ou seja, quanto dá para cobrar depois. Um plano pode detalhar muito uma ideia ruim e resumir numa linha uma ideia ótima.

Os pesos são seus, a conta é aberta e o resultado não é recomendação de voto. Este estudo não faz ranking: quem ordena é você, e a ordem muda o resultado. Trocar o 1º lugar troca tudo.

Ausência não vira nota baixa. Se um plano não tem citação num tema escolhido, ele não leva zero: o tema fica fora da conta dele, e a cobertura aparece ao lado, separada. Juntar as duas coisas num número só esconderia justamente o que precisa ser visto.

1 · Escolha e ordene

Toque num tema para incluir. Use as setas para mudar a ordem. O 1º vale 5, o 2º vale 4, e assim até 1.

Disponíveis
Ordem escolhida

2 · Resultado

Referência

Glossário

Toda sigla, termo técnico e palavra em inglês do site, com o significado ao lado. Ficou alguma dúvida? Procure aqui.